Porto do Açú era a contrapartida de Cabral para Eike Batista

Grupo X pagou 37,5 milhões de reais por terreno que valia 1,2 bilhão.

Eike Batista está entre os alvos de nova fase da Operação Lava Jato deflagrada na manhã da quinta-feira (26/01/2017).
Na coletiva que estão dando agora, os procuradores disseram que ainda vão investigar o que o grupo X ganhou de Sergio Cabral pelas propinas pagas. Um dos “presentes” foi a desapropriação do Porto do Açú. Pelo terreno de seu mega-empreendimento, Eike Batista fez um cheque de 37,5 milhões de reais ao estado do Rio, governado pelo amigo Cabral. A área, de 75 mil metros quadrados, valia 1,2 bilhão.

Além disso, todas as desapropriações eram feitas em tempo de recorde, em cerca de 3 e 4 dias.

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