“O fator Joaquim Barbosa!”

A pesquisa Datafolha, divulgada no domingo, mostra nas várias simulações que o PT sem Lula não tem outro candidato. Jaques Wagner e Fernando Haddad não vão além de 2%, mesmo patamar de Manuela D’Ávila (PCdoB). Outro “herdeiro” de Lula, Guilherme Boulos (PSOL), líder do MTST, está com 1%. Logo, na hipótese quase certa de Lula não conseguir ser candidato, a única opção será compor com Ciro Gomes (PDT).

No campo governista Michel Temer não consegue mais do que 2%, no melhor dos cenários, e Henrique Meirelles amarga 1%, a mesma situação de de Rodrigo Maia (DEM).

E Geraldo Alckmin, com o PSDB atolado no mar de lama da corrupção, patina entre 6% e 8%, dependendo do cenário.

Jair Bolsonaro e Marina Silva estão tecnicamente empatados na frente no cenário sem Lula.

Quem surpreendeu na pesquisa foi o ex-ministro Joaquim Barbosa (PSB), que se filiou ao partido, mas ainda não confirmou se vai disputar a presidência, deixou o anúncio da decisão para maio. Mas sem dúvida neste momento aparecer à frente de Ciro e Alckmin, e não muito distante de Bolsonaro e Marina é um incentivo e tanto à sua candidatura. Mas claro que existem outras questões envolvidas.

Se Joaquim Barbosa confirmar a candidatura o cenário eleitoral vai mudar completamente.

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